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Nutrição: dicas e guias

Castanhas assadas numa frigideira de cerâmica, vistas de cima, com um quebra-nozes

Castanhas engordam? Calorias e valor nutricional das castanhas

Quantas calorias têm as castanhas assadas e cozidas, o valor nutricional por 100 g e se engordam, com comparação com nozes, amêndoas e batata.

Prato com espinafres e legumes, parte de uma alimentação rica em ferro

Alimentação Rica em Ferro: Os Alimentos com Mais Ferro e Como Absorvê-lo Melhor

Tabela dos alimentos com mais ferro (animais e vegetais), quanto ferro precisas por dia, e o truque da vitamina C para absorver até 3 vezes mais ferro vegetal.

Mesa com fruta e legumes frescos, base de uma alimentação saudável

Alimentação Saudável em Outubro: O Plano Simples para Voltar à Rotina

Alimentação saudável sem dieta: metade do prato de legumes, fruta da época, cozinhar em casa e planear a semana. Plano, lista de compras e 7 jantares em 30 min.

O Pão Nosso de Cada Dia

O Pão Nosso de Cada Dia

  Gostar de pão está-nos nos genes. Literalmente. (E eu juro que não digo isto por serAlentejana. Digo por ser, só, humana.) Seja um bom pão de quilo, uma baguete, um pão de água, uma carcaça, umaregueifa. Integral, de centeio, com sementes. Fatiado ou partido à mão. Se for commanteiga, não tenho como recusar. E se sempre pensei que isto se devia ao facto deter crescido com a minha mãe a ir buscar pães a uma senhora velhota que os cozianum forno de lenha à entrada da vila que me viu crescer, a ciência veio mostrar quenão. Olhemos para dentro de nós por umas breves linhas.O gene responsável por codificar a enzima amilase – que degrada o amido, queencontramos no pão – duplicou-se há cerca de 800 000 anos. Ainda nós não eramosgente e o nosso corpo já se preparava para uma deliciosa torradinha! Bem antes doprimeiro pãozinho ser feito no planeta – que se desconfia que foi há cerca de 12 000anos. Feitas as contas à origem da nossa espécies e de outras semelhantes a nós,percebemos que até os Neandertais já estavam preparados para o pão e nunca lhetocaram. É triste. O tal gene – chamado AMY1 – não só nos ajudou a adaptar às comidas com amido,como nos preparou com muita antecedência. É que quanto mais genes da amilasetivermos, mais amilase podemos produzir e mais amido podemos digerir. E a amilasenão só degrada o amido em glucose (açúcar, que nos dá energia!), como tambémcontribui para o sabor do pão. Depois, a selecção natural tratou do resto. Os indivíduos com mais cópias do geneAMY1 estavam mais bem adaptados, reproduziam-se mais, os genes espalharam-sepelas populações e, muitos milhares de anos depois, alguém com estes genes fez aprimeira carcaça. (Abençoado padeiro ou padeira!) Tenho cá para mim, que a razão pela qual os nossos antepassados percorreram aEurasia antes ainda de domesticarem plantas era porque andavam à procura de umapadaria. Morreram sem provar pão quentinho. C’um cacete.   Artigo escrito por: Carla Lourenço Equal Food Fruta fresca. Preço honesto. Fruta e legumes (im)perfeitos a cerca de 2,10 €/kg, contra 4,00 €/kg no supermercado. Entregues em casa em Lisboa e Porto, cancela quando quiseres. Experimentar um cabaz →

A Batata-doce não é uma Batata

A Batata-doce não é uma Batata

  O que tenho para vos contar hoje talvez seja difícil de engolir, mas o Mundo merece saber a verdade. Já perceberam, pelo título, do que se trata: a batata-doce não é uma batata. Pensem nisto: alguma vez viram uma batata-doce grelar? Não. Uma curta aula de botânicaVamos a uma curta aula de botânica. Praticamente todos os cabazes da Equal Food que recebemos em nossas casas têm na base pelo menos uma variedade de batata. A espécie cultivada por todo o mundo – Solanum tuberosum – apresenta mais de 4000 variedades diferentes, mas nós acabamos a comer quase sempre as mesmas. Quando há uns anos visitei um mercado hortícola no Perú, fiquei abesbílica com as muitas bancas de batatas, que em nada se pareciam com o que encontramos em Portugal. Agora que penso nisso, nunca tinha visto tanta batata diferente na minha vida. Os milhares de variedades de batatas que se conhecem resultam de diferenças na cor, na forma, no tamanho, no sabor, no momento da floração, na quantidade de amido – e ditam a utilidade que lhes damos na cozinha. Tudo isto graças às muitas variações genéticas e ao facto das batatas se adaptarem tão bem a diferentes ambientes. Com tanta variedade não seria de estranhar que a batata-doce fosse isso mesmo: uma batata que apresenta um sabor mais doce. Duas famílias com 60 milhões de anosMas não é esse o caso. Há mais de 60 milhões de anos, surgiram duas famílias de plantas com flor: a família Convolvulaceae – onde encontramos as batatas-doces - e a família Solanaceae – onde encontramos as verdadeiras batatas. As batatas-doces nada mais são do que primas muito, mas mesmo muito afastadas das batatas. E as diferenças não se ficam pela família a que pertencem. As primeiras são raízes, as segundas são caules subterrâneos. É verdade, o tubérculo da batata é um caule que em vez de crescer à superfície – como o tronco de uma macieira – cresce escondido no subsolo. O que têm em comum?Independentemente das diferenças entre batatas e batatas-doces há algo comum a estes dois alimentos: tanto uns como outros são verdadeiros armazéns de nutrientes e compostos importantíssimos para a saúde humana. Não deixem de os incluir na vossa próxima refeição. Bom apetite! Equal Food Os legumes desta receita, todas as semanas O Cabaz da Horta traz legumes da época de produtores portugueses, os mesmos que usamos nestas receitas, até 40% mais baratos. Entrega grátis em Lisboa e Porto. Ver o Cabaz da Horta →

Todos os cogumelos são mágicos

Todos os cogumelos são mágicos

  Até os que vêm no vosso cabaz da Equal Food. Antes que levantem uma das sobrancelhas em descrédito, se apressem a descartar os benditos cogumelos, ou joguem as mãos às ancas vociferando um “Com’assim?”, deixem-me explicar. Cogumelos: nem plantas nem animais Comecemos pelo princípio. Os cogumelos não são plantas nem animais, mas estão evolutivamente mais próximos de nós do que de uma alface. Essa diferenciação valeu-lhes um grupo só deles: o Reino Fungi. Que os cogumelos são fungos, não será uma surpresa para quem me lê. Mas os termos “cogumelo” e “fungo” não são sinónimos. A verdade é que todos os cogumelos são fungos, mas nem todos os fungos são cogumelos. (Imaginem o que seria crescer-nos cogumelos nos pés se por azar desenvolvêssemos pé-de-atleta…Não dava jeito nenhum para nos calçarmos! Mas voltemos ao que interessa.) O que é afinal um cogumelo? O cogumelo é a frutificação do fungo que se esconde debaixo de terra. De uma forma simplista, um cogumelo serve o mesmo propósito de uma pêra que frutifica de uma pereira: permite gerar descendência. Assim, os cogumelos que talvez vos tenham chegado no cabaz, são as estruturas reprodutivas de fungos, e têm a função de produzir e espalhar esporos – já as pêras usam sementes. O que nós geralmente não vemos é o corpo subterrâneo do fungo, chamado de micélio. O micélio é a parte vegetativa do fungo e apresenta-se como uma imensa rede de filamentos muito finos, que dão pelo nome de hifas. Ao penetrarem no solo, na madeira, ou noutros substratos, as hifas absorvem nutrientes e água, decompõem matéria orgânica e ainda servem de canal de comunicação no subsolo, numa verdadeira Wood-Wide-Web. Sim, existe uma internet das plantas, gerida por fungos. Fungos: transformar morte em vida A capacidade de muitos fungos transformarem morte em vida ao fazerem a decomposição de folhas, restos de animais, ou madeira (Olá, cogumelos-ostra!) é, para mim, uma das artimanhas evolucionárias mais incríveis. Mas o que mais há no Reino dos Fungos são exemplos de como os cogumelos têm algo de mágico. Existem cogumelos que mudam de cor, ou que se desfazem quando lhes tocamos. Outros há que, não sendo peixes – desculpem-me o óbvio! – cheiram a peixe. Também os há com sabor a nozes, apesar de não serem nozes. Até existem cogumelos que dão leite, senhoras e senhores, leite! – os especialistas chamam a essa substância látex. Já para não falar daqueles cogumelos que, quando ingeridos, têm a capacidade de levar os seus consumidores em viagens a mundos alternativos – ou, na pior das hipóteses, numa viagem sem retorno ao reino dos mortos. Cuidados ao apanhar cogumelos Num próximo passeio por zonas florestais, prestem atenção a quem vive no chão. Com toda a certeza irão encontrar cogumelos incríveis. Observem-nos e apreciem o fruto do trabalho do fungo. Nota importante: Nunca apanhem cogumelos se não os souberem identificar. A linha que separa um cogumelo comestível de um cogumelo tóxico ou mortal pode ser muito fina. Se quiserem cogumelos, podem sempre adicioná-los ao cabaz. Carla R. Lourenço Bióloga Marinha & Especialista em Comunicação de Ciência | Marine Biologist, PhD & Science Communication Specialist Equal Food Os legumes desta receita, todas as semanas O Cabaz da Horta traz legumes da época de produtores portugueses, os mesmos que usamos nestas receitas, até 40% mais baratos. Entrega grátis em Lisboa e Porto. Ver o Cabaz da Horta →

A proteína como aliada numa alimentação equilibrada

A proteína como aliada numa alimentação equilibrada

A proteína é um nutriente essencial numa alimentação equilibrada, contribuindo para a manutenção e ganho de massa muscular, bem como para a reparação e renovação dos tecidos. A proteína do tremoço apresenta um perfil nutricional particularmente interessante: é naturalmente isenta de glúten, pobre em gorduras saturadas e fonte de fibra. Para além disso, contém aminoácidos essenciais que contribuem para um adequado funcionamento do organismo. No contexto de uma alimentação focada no bem-estar metabólico e na gestão da inflamação, o tremoço oferece benefícios que vão além do seu teor proteico. As fibras solúveis presentes ajudam a regular os níveis de glicose no sangue e a apoiar a saúde intestinal - um fator reconhecido como relevante nos processos inflamatórios sistémicos. O tremoço contém ainda compostos bioativos, como polifenóis, associados a atividade antioxidante, que contribuem para a proteção das células contra o stress oxidativo, um dos mecanismos envolvidos na inflamação crónica. Comparativamente a outras leguminosas, a proteína do tremoço distingue-se pela sua boa digestibilidade e pelo reduzido teor de anti-nutrientes. Os tremoços Tarwi têm ainda benefícios extra, este processo é feito de forma simples e cuidada, sem recurso a químicos (ao contrário do que acontece nos outros tremoços). São mais pequenos, com casca mais fina que se come (extra fibra), mais doces e com teor mais reduzido de sal. Integrada numa alimentação variada e equilibrada, a proteína do tremoço pode assim apoiar uma abordagem nutricional mais preventiva, contribuindo para o equilíbrio metabólico e para a saúde a longo prazo. Nutricionista Sofia Oliveira Alimentação anti-inflamatória   Equal Food Fruta fresca. Preço honesto. Fruta e legumes (im)perfeitos a cerca de 2,10 €/kg, contra 4,00 €/kg no supermercado. Entregues em casa em Lisboa e Porto, cancela quando quiseres. Experimentar um cabaz →

As batatas são filhas do tomate

Potatoes are the children of tomatoes

After reading this, you will never look at potatoes in the same way again.

O problema não é a beterraba...

The problem isn’t the beetroot…

It all gets cooked at once, goes into one dish and then is repeated in the same way over the following days. That’s when it starts to feel like too much…

Sabes o que é kombucha?

Do you know what kombucha is?

Kombucha is a fermented drink made from tea, sugar and a live culture.